Duas gerações, uma empresa que dura.

Quem fundou e quem vai conduzir, na mesma mesa. A 2Lima organiza governança, sucessão, finanças e processos de empresas familiares, para que a passagem de bastão aconteça com regra combinada, número à vista e a operação de pé.

Reunião de trabalho em volta de uma mesa, com um dos participantes explicando um ponto aos demais

Toda empresa familiar tem duas histórias correndo ao mesmo tempo.

Retrato ilustrativo de um empresário grisalho, de camisa e gravata, à mesa do escritório

O fundador da empresa familiar

Construiu a empresa decidindo rápido e de cabeça. Sabe onde está cada cliente e cada dívida, mas quase nada disso está escrito, e soltar o comando parece arriscado demais.

Retrato ilustrativo de um jovem de óculos e blazer em um corredor de escritório

O sucessor

Chegou com formação, planilha e vontade de mudar. Ainda não sabe o que vai herdar, quando assume, nem até onde pode decidir sem pedir licença em casa.

Retratos ilustrativos de banco de imagens.

A 2Lima senta entre os dois e ajuda a família a combinar, por escrito, como a empresa passa de uma mão para a outra.

Sinais de que chegou a hora

  • As decisões importantes ainda dependem de uma pessoa só.
  • A conta da casa e a conta da empresa se misturam no fim do mês.
  • Filhos e sobrinhos trabalham na empresa sem cargo, salário ou chefe definidos.
  • Ninguém sabe ao certo quem herda cotas, quem trabalha e quem só recebe lucro.
  • Rotinas inteiras funcionam porque alguém lembra de cabeça.
  • Assunto de negócio aparece no almoço de domingo e termina em silêncio.

O que muda em cada frente

Escolha uma frente e compare o retrato mais comum que encontramos na primeira visita com o que fica de pé depois do trabalho.

Governança

Conselho, acordo de sócios e regras de decisão.

Hoje

As decisões saem na conversa de corredor. Quem fala mais alto define o investimento, e ninguém registra o que ficou combinado.

Com a 2Lima

Conselho consultivo com calendário fixo, pauta enviada antes e ata assinada. Fica escrito o que cada sócio decide sozinho e o que vai a voto.

Sucessão

Transição planejada, preparo de sucessores e protocolo familiar.

Hoje

O fundador adia o assunto para o ano que vem. Os herdeiros esperam sem saber quando, nem por quem, nem como vai ser a troca.

Com a 2Lima

Protocolo familiar com critérios de entrada de herdeiros, cronograma de transição em etapas e um plano de desenvolvimento para cada sucessor.

Finanças

Separação patrimonial, pró-labore, caixa e orçamento.

Hoje

Despesa da casa sai do caixa da empresa. A retirada de cada sócio muda conforme o mês, e o lucro de verdade só aparece no balanço do contador.

Com a 2Lima

Pró-labore definido, distribuição de lucro com regra, fluxo de caixa revisado toda semana e orçamento anual aprovado em conselho.

Processos

Rotinas, papéis, indicadores e reunião de gestão.

Hoje

Cada área trabalha do jeito de quem está lá há mais tempo. Quando essa pessoa tira férias, o pedido atrasa e o cliente liga para o dono.

Com a 2Lima

Fluxos principais desenhados, um responsável por etapa, meia dúzia de indicadores e uma reunião mensal curta para acompanhar.

Como o trabalho anda

  1. Escuta

    Entrevistas individuais com fundadores, sucessores e gestores de confiança. Cada pessoa fala sem os outros na sala.

  2. Diagnóstico

    Leitura dos números, do contrato social e das rotinas. A família recebe um retrato do que trava cada frente, em ordem de urgência.

  3. Acordos

    Conselho, protocolo familiar, política de remuneração e rotinas são escritos com a família e aprovados por ela.

  4. Acompanhamento

    Participamos das primeiras reuniões de conselho e de gestão até a rotina andar sem a gente na mesa.

Em números

famílias empresárias acompanhadas
38
reuniões de conselho conduzidas
112
protocolos familiares assinados por todos os sócios
9 em 10
meses, em média, do diagnóstico à rotina sem a consultoria
14

Números meramente ilustrativos, apresentados como exemplo de acompanhamento.

O que as famílias contam

Depoimentos ilustrativos, com nomes de pessoas e empresas fictícios.

Eu achava que sucessão era conversa para quando eu parasse. Em oito meses minha filha passou a tocar o comercial, e eu voltei a tirar férias.

Odair Brunelli SartoFundador, Móveis Sarto Brunelli

Pela primeira vez a gente discute dinheiro com número na mesa. O almoço de domingo voltou a ser só almoço.

Lívia Abdon AmaralDiretora comercial, Cerealista Abdon & Filhos

O acordo de sócios levou três reuniões, com cada cláusula lida em voz alta. Hoje, quando alguém quer contratar um sobrinho, a regra já está escrita.

Teodoro Ancelmo BritesSócio, Brites & Ancelmo Pré-Moldados

Perguntas que a família costuma fazer

Com que tipo de empresa vocês trabalham?

Empresas familiares de pequeno e médio porte, na indústria, no comércio, em serviços ou no agronegócio, com pelo menos dois membros da família na sociedade ou na operação.

A família inteira precisa participar da primeira conversa?

Não. A primeira conversa costuma ser com quem tomou a iniciativa. Na etapa de escuta, cada sócio e cada sucessor é ouvido em separado.

Vocês substituem o contador ou o advogado da empresa?

Não. Trabalhamos junto com eles: o contador segue com a escrituração, e o advogado da família formaliza o acordo de sócios e as alterações contratuais que forem aprovadas.

Quanto tempo dura um trabalho completo?

Depende de quantas frentes estão em jogo e de quantos sócios participam. Escuta e diagnóstico levam algumas semanas; o acompanhamento segue até o conselho e a reunião de gestão andarem sem a nossa presença.

O que eu falar na entrevista chega aos outros sócios?

Não com o seu nome. As entrevistas são confidenciais, e o diagnóstico apresenta as percepções agrupadas, sem atribuir frases a ninguém.

Marque uma primeira conversa

Conte em poucas linhas como a empresa está hoje e quem participa dela. Respondemos por e-mail ou telefone para combinar o melhor horário, presencial ou por videochamada.

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